domingo, maio 05, 2013
sexta-feira, maio 03, 2013
Travelling without moving
Aquela vontade que explode dentro do peito de querer ganhar a rua, a lua, o mundo.
Tudo que respiro é combustível pra mente.
Quero abraçar as pessoas. Quero que elas me acompanhem, mas elas não querem.
Ficam estáticas, paradas no mesmo lugar.
Eu vivo enquanto os outros só existem.
Tudo que respiro é combustível pra mente.
Quero abraçar as pessoas. Quero que elas me acompanhem, mas elas não querem.
Ficam estáticas, paradas no mesmo lugar.
Eu vivo enquanto os outros só existem.
quinta-feira, maio 02, 2013
Let it go
O chão sumiu. Há apenas um frio na barriga incontrolável.
Faltou-me o ar e o coração parou de bater.
Estou caindo num buraco cheio de lembranças.
Rodopio e esbarro em projeções do teu sorriso.
Faz calor; o mesmo calor dos teus abraços e agora teu perfume está impregnado na minha pele.
Inspiro lentamente e solto o ar bem devagar, pra dar tempo do teu cheiro grudar nas minhas entranhas.
Me permito cair nesse infinito onde você ainda existe e acho que não quero te deixar ir embora, mesmo sabendo que você já foi.
É incrível o que acontece dentro da gente quando nos permitimos fechar os olhos por alguns segundos.
Faltou-me o ar e o coração parou de bater.
Estou caindo num buraco cheio de lembranças.
Rodopio e esbarro em projeções do teu sorriso.
Faz calor; o mesmo calor dos teus abraços e agora teu perfume está impregnado na minha pele.
Inspiro lentamente e solto o ar bem devagar, pra dar tempo do teu cheiro grudar nas minhas entranhas.
Me permito cair nesse infinito onde você ainda existe e acho que não quero te deixar ir embora, mesmo sabendo que você já foi.
É incrível o que acontece dentro da gente quando nos permitimos fechar os olhos por alguns segundos.
Arquivo morto
Se eu pudesse inventar algo, inventaria um pote de lembranças.
Guardaria ali todas as imagens que, um dia, minha memória há de esquecer.
Não pra ficar relembrando a todo momento e sim pra livrar espaço na mente e no coração.
As vezes acho que ando tão cheia dessas lembranças, boas e ruins, que a emoção dos novos acontecimentos não encontra lugar pra se instalar.
Só fico na dúvida se é por falta de espaço ou por, simplesmente, não serem acontecimentos fortes o suficiente para ficarem marcados em mim.
terça-feira, abril 30, 2013
Parabéns
Foram os dois anos mais doloridos da minha vida.
Mais do que os anos da infância, eu diria.
Porque a dor ainda é latente. Porque as memórias ainda são frescas. Porque eu já aprendi a lidar com a infância, quem sabe.
Mas é incrível o poder de crescimento do ser humano na dor.
Nunca cresci tanto. Nunca aprendi tanto.
A solidão é devastadora e ao mesmo tempo uma das escolas mais eficazes de que já tive conhecimento. De uma rigidez ignorante e de um retorno esplendorosamente reconfortante, recompensador.
É bom poder estufar o peito e dizer que estou muito melhor agora. Que estou e sou mais segura e confiante.
Que experiência incrível é essa de estar sozinho com você mesmo, num ambiente em que não há espaço pra fugas.
Piegas, eu sei, mas me considero uma heroína.
Venci meus medos e provei que sou capaz de andar com minhas próprias pernas.
Um brinde à minha liberdade.
Feliz 2 anos de vida nova pra mim!
;)
Mais do que os anos da infância, eu diria.
Porque a dor ainda é latente. Porque as memórias ainda são frescas. Porque eu já aprendi a lidar com a infância, quem sabe.
Mas é incrível o poder de crescimento do ser humano na dor.
Nunca cresci tanto. Nunca aprendi tanto.
A solidão é devastadora e ao mesmo tempo uma das escolas mais eficazes de que já tive conhecimento. De uma rigidez ignorante e de um retorno esplendorosamente reconfortante, recompensador.
É bom poder estufar o peito e dizer que estou muito melhor agora. Que estou e sou mais segura e confiante.
Que experiência incrível é essa de estar sozinho com você mesmo, num ambiente em que não há espaço pra fugas.
Piegas, eu sei, mas me considero uma heroína.
Venci meus medos e provei que sou capaz de andar com minhas próprias pernas.
Um brinde à minha liberdade.
Feliz 2 anos de vida nova pra mim!
;)
sábado, abril 27, 2013
sexta-feira, abril 26, 2013
:):
Eu já disse isso aqui outas vezes mas vou repetir: eu adoro reler coisas antigas.
Hoje, vasculhando minhas fotos no Flickr, me deparei com o pensamento abaixo, acompanhado dessa foto.
Incrível como a vida da gente muda.
Isso foi postado há 28 meses.
Hoje, vasculhando minhas fotos no Flickr, me deparei com o pensamento abaixo, acompanhado dessa foto.
Incrível como a vida da gente muda.
Isso foi postado há 28 meses.
Impossível colocar aqui todas as cores que já tive, todas as faces que já usei, todos os disfarces que quis ter, toda a alegria que fingi sentir, toda a tristeza que escondi, toda a sinceridade que esbanjei.
O fato é que no fundo, no fundo mesmo, quando me olho assim, de cara lavada, com minha própria cor, ainda me falta um sorriso no rosto, que virá com o tempo, depois que a casa estiver em ordem e eu conseguir finalmente identificar em meio a tantas cores, tantas caras, tantos disfarces, tantas vontades, qual é a minha verdadeira face.
terça-feira, abril 23, 2013
Tangível
Dentro do peito é só o que consegue sentir.
Tem tudo o que se espera, mas a lacuna é maior.
Nada preenche, nem Deus.
Se imagina como uma alma aprisionada num corpo oco.
O vazio é, de todos os sentimentos, o mais concreto.
Tem tudo o que se espera, mas a lacuna é maior.
Nada preenche, nem Deus.
Se imagina como uma alma aprisionada num corpo oco.
O vazio é, de todos os sentimentos, o mais concreto.
terça-feira, abril 16, 2013
Crônica
Aquela dor que nunca sai de você.
Que tá sempre ali, pulsando.
Tem dias que dói mais, outros menos, mas nunca acaba.
Como disse um dia Zeca Baleiro: dor não cura com penicilina.
E mais: "tanto amor em mim como um quebranto. Tanto amor em mim, em ti nem tanto".
Êta vida.
quarta-feira, abril 03, 2013
Lixeira
Resolvi ler alguns e-mails antigos hoje. Sei lá, tem coisas que são boas de lembrar.
Daí que num determinado momento encontrei dezenas, centenas eu diria, de e-mails enviados a um ex-namorado. Conteúdo: minha AGENDA DO DIA.
Tipo, eu mandava meus horários pro cara: "das 14h às 15h - aula de tal coisa. das 17h às 18h consulta com ortopedista. Vou fazer o exame no laboratório tal. O endereço é esse. Tô indo dormir. Acordei. A outra professora trocou o horário dela comigo, antes eu daria aula às 14h agora só entro às 16h."
Ele tinha o controle de cada passo que eu dava!
Será que esse era o conceito que eu tinha de namoro a distância?
MEU DEUS, como foi que eu deixei isso acontecer comigo?
Tô em choque.
Daí que num determinado momento encontrei dezenas, centenas eu diria, de e-mails enviados a um ex-namorado. Conteúdo: minha AGENDA DO DIA.
Tipo, eu mandava meus horários pro cara: "das 14h às 15h - aula de tal coisa. das 17h às 18h consulta com ortopedista. Vou fazer o exame no laboratório tal. O endereço é esse. Tô indo dormir. Acordei. A outra professora trocou o horário dela comigo, antes eu daria aula às 14h agora só entro às 16h."
Ele tinha o controle de cada passo que eu dava!
Será que esse era o conceito que eu tinha de namoro a distância?
MEU DEUS, como foi que eu deixei isso acontecer comigo?
Tô em choque.
terça-feira, abril 02, 2013
quarta-feira, março 27, 2013
29
Tanta coisa pra dizer pra mim mesma hoje.
Tão, mas tão difícil olhar pra esse meu último ano.
Mas o que importa é que passou, que no geral foi bom e que muitas coisas aconteceram para que eu me tornasse uma pessoa melhor.
Uma pena não poder ter por perto todas as pessoas que eu gostaria.
Uma pena algumas pessoas não terem lembrado de mim hoje.
Mas acontece. Uma hora deixamos de fazer parte da vida das pessoas, assim como elas tb deixam de fazer parte da nossa vida.
Um brinde aos meus 29 anos.
Obrigada a todos os envolvidos nesse último ano.
Uma declaração de amor pra mim mesma, no video abaixo.
Tão, mas tão difícil olhar pra esse meu último ano.
Mas o que importa é que passou, que no geral foi bom e que muitas coisas aconteceram para que eu me tornasse uma pessoa melhor.
Uma pena não poder ter por perto todas as pessoas que eu gostaria.
Uma pena algumas pessoas não terem lembrado de mim hoje.
Mas acontece. Uma hora deixamos de fazer parte da vida das pessoas, assim como elas tb deixam de fazer parte da nossa vida.
Um brinde aos meus 29 anos.
Obrigada a todos os envolvidos nesse último ano.
Uma declaração de amor pra mim mesma, no video abaixo.
terça-feira, março 12, 2013
Page not found
Gostaria de saber a quem estou enganando.
Quem, afinal, se convence de que estou curada? De que estou bem e esplendorosamente feliz, se qualquer pessoa que parar por 2 minutos pra olhar nos meus olhos vai enxergar as lágrimas que choro pra dentro?
Que dor é essa que insiste em aparecer de tempos em tempos? Que saudade é essa que dilacera o peito?
Tenho tudo e ao mesmo tempo nada.
A barriga está cheia e mesmo assim ronca.
Durmo 24hrs e continuo acordada.
Corro por quilômetros sem sair do lugar.
Os anos passam e eu continuo olhando a mesma folha do calendário.
E no fim das contas estou aqui achando que as coisas mudaram e, na verdade, continuam exatamente como eram.
segunda-feira, março 11, 2013
Punk
Já digitei aqui umas 15 linhas diferentes e apaguei todas elas.
Pelo visto tô querendo dizer alguma coisa e não sei o que é.
Várias palavras passaram correndo pela minha consciência, mas a única que ficou foi a saudade.
Acho que ando sentido falta de coisas que não vivi ainda. Ou de coisas que nunca vou viver, que gostaria de ter vivido.
Será que é culpa do Ramones?
terça-feira, fevereiro 26, 2013
Buraco
Aquele momento estranho em que você queria dizer mil coisas e a única coisa que sai é um longo e melancólico suspiro.
domingo, janeiro 27, 2013
quarta-feira, janeiro 23, 2013
E se?
Já era tarde da noite. Beatriz entrou meio esbaforida num café de esquina e pediu um café grande, com um pouco de conhaque. Esfregava as mãos umas na outras, ora por frio, ora por nervoso.
Enfiou uma das mãos dentro do casaco preto e tirou do bolso o celular que piscava. Pedro enviara uma mensagem avisando que se atrasaria.
"Que ironia, heim?", pensou um pouco alto demais, fazendo com que o senhor da mesa ao lado a encarasse. Pedro nunca se atrasava pra nada. Nada mesmo.
Foram só alguns minutos até ele entrar pela porta, meio atrapalhado, tirando as luvas e passando a mão na barba. Não a reconheceu de imediato. Estava bem mais magra, quase tão magra quanto no dia em que se conheceram e a cor dos cabelos estava mais clara.
Se abraçaram demoradamente e Bia pode sentir que ele realmente estava feliz em revê-la.
Olhou pra ele meio sem graça e, com um sorriso besta no canto da boca disse:
"- Oi pra você também!"
Eles riram e se sentaram. Ficaram alguns minutos quietos, apenas olhando um pro outro, meio constrangidos, meio eufóricos.
O café chegou, quebrando um pouco a tensão, mas não adiantou muito. Completamente sem pensar ela abre a boca e diz:
"- E se tivesse dado certo, heim?"
Ele arregalou os olhos, sem ação: "Não sei, Bia, não sei mesmo".
"- Eu falo sério, Pedro. E se tivesse dado certo?"
"- Não sei te responder. Provavelmente já teríamos mudado daquele apartamento minúsculo. Você já ganharia de mim no videogame, eu não teria aprendido a cozinhar, mas ficaria olhando pra você ali, cozinhando, como sempre. Já teríamos feito outras viagens internacionais e seriam sempre as nossas primeiras viagens para qualquer lugar", disse ele, reticente.
"- Teríamos casado?"
"- Não, isso com certeza não. Só entendi esse lance de casamento depois que nos separamos. Naquela época eu batia o pé. Esquece o casamento."
"- É...tem coisas que a gente só entende depois do SE, né?", ela coçou os olhos pra disfarçar a frustração.
"- É. E se tivesse dado certo, heim Bia?"
"- Pois é, não sei. Acho que você já estaria pintando melhor que eu. Você era bom nisso. Quem sabe eu tivesse aprendido a ser mais calma, controlada, sei lá. Não, não, isso eu já aprendi. Isso veio com o fim mesmo. Se tivesse dado certo acho que eu ainda seria do mesmo jeito."
"- Será?"
"- Olha Pedro, sinceramente, não sei. O que eu sei é que se tivesse dado certo nós seriamos felizes. A forma com que essa felicidade seria executada não tem como prever né?"
"- É, você tem razão. Mas sabe? Eu sou feliz hoje também. Tenho outra pessoa, uma mulher incrível, que me faz bem, com quem eu pretendo fazer meu futuro."
"- Vocês vão se casar?"
"- Não sei, Bia, não sei mesmo."
"- É, não sei já é melhor do que 'com certeza não'..."
"- Nos seus termos sim. Nos dela, acho que não. Enfim..."
Fizeram uma longa pausa. Não contaram os minutos, ou horas, mas ficaram um tempo considerável em seus celulares tentando se distrair.
"- Eu tô feliz também, sabe Pedro? De verdade. Finalmente encontrei alguém que me aceita. Não me cobra, me acompanha em tudo. E é pintor também, o que facilita muito as coisas, sabe?"
"- É...você já tinha me falado esses tempos atrás. Fico feliz que você esteja feliz."
"- Eu sei que fica. Obrigada por isso."
"- Bom, acho que preciso ir. Tenho um compromisso agora. Disse ele já se levantando."
"- É eu também preciso ir. Mas que bom te ver. Estava com saudade."
"- Também tava."
Não sabiam se se abraçavam ou simplesmente apertavam as mãos e iam embora e optaram pela segunda opção.
Ainda na porta ela o avistou do outro lado da rua, a esperando.
"Que foi?", gritou ela. Ele, entrando em um taxi, gritou de volta: "você sempre vai ser a realização dos meus sonhos. A lembrança e a certeza de que a vida pode ser mágica".
Hoje, ambos são apenas lembranças bonitas, quentes e tranquilas na mente um do outro.
Enfiou uma das mãos dentro do casaco preto e tirou do bolso o celular que piscava. Pedro enviara uma mensagem avisando que se atrasaria.
"Que ironia, heim?", pensou um pouco alto demais, fazendo com que o senhor da mesa ao lado a encarasse. Pedro nunca se atrasava pra nada. Nada mesmo.
Foram só alguns minutos até ele entrar pela porta, meio atrapalhado, tirando as luvas e passando a mão na barba. Não a reconheceu de imediato. Estava bem mais magra, quase tão magra quanto no dia em que se conheceram e a cor dos cabelos estava mais clara.
Se abraçaram demoradamente e Bia pode sentir que ele realmente estava feliz em revê-la.
Olhou pra ele meio sem graça e, com um sorriso besta no canto da boca disse:
"- Oi pra você também!"
Eles riram e se sentaram. Ficaram alguns minutos quietos, apenas olhando um pro outro, meio constrangidos, meio eufóricos.
O café chegou, quebrando um pouco a tensão, mas não adiantou muito. Completamente sem pensar ela abre a boca e diz:
"- E se tivesse dado certo, heim?"
Ele arregalou os olhos, sem ação: "Não sei, Bia, não sei mesmo".
"- Eu falo sério, Pedro. E se tivesse dado certo?"
"- Não sei te responder. Provavelmente já teríamos mudado daquele apartamento minúsculo. Você já ganharia de mim no videogame, eu não teria aprendido a cozinhar, mas ficaria olhando pra você ali, cozinhando, como sempre. Já teríamos feito outras viagens internacionais e seriam sempre as nossas primeiras viagens para qualquer lugar", disse ele, reticente.
"- Teríamos casado?"
"- Não, isso com certeza não. Só entendi esse lance de casamento depois que nos separamos. Naquela época eu batia o pé. Esquece o casamento."
"- É...tem coisas que a gente só entende depois do SE, né?", ela coçou os olhos pra disfarçar a frustração.
"- É. E se tivesse dado certo, heim Bia?"
"- Pois é, não sei. Acho que você já estaria pintando melhor que eu. Você era bom nisso. Quem sabe eu tivesse aprendido a ser mais calma, controlada, sei lá. Não, não, isso eu já aprendi. Isso veio com o fim mesmo. Se tivesse dado certo acho que eu ainda seria do mesmo jeito."
"- Será?"
"- Olha Pedro, sinceramente, não sei. O que eu sei é que se tivesse dado certo nós seriamos felizes. A forma com que essa felicidade seria executada não tem como prever né?"
"- É, você tem razão. Mas sabe? Eu sou feliz hoje também. Tenho outra pessoa, uma mulher incrível, que me faz bem, com quem eu pretendo fazer meu futuro."
"- Vocês vão se casar?"
"- Não sei, Bia, não sei mesmo."
"- É, não sei já é melhor do que 'com certeza não'..."
"- Nos seus termos sim. Nos dela, acho que não. Enfim..."
Fizeram uma longa pausa. Não contaram os minutos, ou horas, mas ficaram um tempo considerável em seus celulares tentando se distrair.
"- Eu tô feliz também, sabe Pedro? De verdade. Finalmente encontrei alguém que me aceita. Não me cobra, me acompanha em tudo. E é pintor também, o que facilita muito as coisas, sabe?"
"- É...você já tinha me falado esses tempos atrás. Fico feliz que você esteja feliz."
"- Eu sei que fica. Obrigada por isso."
"- Bom, acho que preciso ir. Tenho um compromisso agora. Disse ele já se levantando."
"- É eu também preciso ir. Mas que bom te ver. Estava com saudade."
"- Também tava."
Não sabiam se se abraçavam ou simplesmente apertavam as mãos e iam embora e optaram pela segunda opção.
Ainda na porta ela o avistou do outro lado da rua, a esperando.
"Que foi?", gritou ela. Ele, entrando em um taxi, gritou de volta: "você sempre vai ser a realização dos meus sonhos. A lembrança e a certeza de que a vida pode ser mágica".
Hoje, ambos são apenas lembranças bonitas, quentes e tranquilas na mente um do outro.
terça-feira, dezembro 04, 2012
Block
"Eu tenho um grito entalado na garganta."
Foi isso que escrevi aqui no blog no dia 25/01/11 e, obviamente, não publiquei.
Que bom saber que fiz as escolhas certas.
Como é bom saber que excluí as pessoas certas da minha vida.
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